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Muay Thai

Treino reúne técnica e condicionamento físico

Empresária e psicóloga relatam como se encontraram na arte tailandesa

Juliana Righetto, Lukas Bueno e Janaína Zanatta
Janaína Righetto, Lukas Bueno e Juliana Zanatta: treinamento dinâmico e exigente (Foto: Líder Esportes)

A empresária Janaína Righetto, 44, buscava uma atividade física para realizar e recebeu o convite de uma amiga para treinar muay thai. “Você está maluca?”, questionou. Na época, Janaína enxergava a arte marcial tailandesa como algo violento: “É um chutando e socando o outro”, dizia. A insistência da amiga, a psicóloga Juliana Zanatta, 35, fez com que a empresária participasse de uma aula. De lá para cá, são quase seis meses de treinamentos, que acabaram com qualquer comentário negativo sobre o esporte.

“O meu objetivo desde o início era melhorar o condicionamento físico e o muay thai dá essa possibilidade. Antes, eu não tinha fôlego para nada. Eu precisava mexer o corpo e melhorar o aspecto físico, mas também aprendi a gostar da parte mais técnica. Além disso, perder alguns quilos me deixa mais feliz ainda (risos)”, brincou Janaína, que frequenta as aulas três vezes por semana na academia Inside Lukas Bueno, em Piracicaba. “Eu não gosto de luta, essa coisa de voar sangue. Mas, não tem nada disso. No muay thai, eu transpiro”, completou.

Juliana pratica o esporte há mais tempo. A psicóloga também não visa o rendimento. “Meu objetivo é ter saúde. Não quero ficar com o corpo perfeito, quero apenas condições de ter uma vida gostosa, com disposição para passear. Não fico cultuando o corpo, mas sei da importância de mantê-lo saudável”, relatou. Para ela, existe inclusive relação com a profissão que escolheu. “A atividade física dá condições de ter uma mente mais equilibrada e o organismo libera endorfina, o que dá essa sensação de bem-estar”, afirmou.

PRIORIDADES

Apesar da prioridade que dão ao condicionamento físico, Janaína e Juliana dividem o tatame com atletas que treinam para competir. O convívio, segundo elas, é bastante saudável. “Claro que os competidores têm uma intensidade muito maior, mas todo muito treina junto e o fato de respeitar o limite de cada um é fundamental. Não é porque o professor pediu 100 abdominais que temos de fazer, mas fazemos o máximo que conseguimos. Não adianta sair daqui sem querer voltar. Saímos com a sensação de missão cumprida e querendo o próximo treino”, declarou a psicóloga.

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