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Muay Thai

Treinador projeta segundo semestre vitorioso

Equipe piracicabana inicia sequência de competições em Minas Gerais

Lukas Bueno, treinador de muay thai da equipe Inside
Lukas Bueno confirmou a realização do segundo Inside Rock nesta temporada (Foto: Michel Lambstein/Divulgação)

Com o fim do primeiro semestre, o treinador Lukas Bueno avaliou como ‘positiva’ a primeira metade do ano para a equipe Inside. Com o foco voltado exclusivamente para o muay thai, a temporada reservou até aqui muito aprendizado e cursos de atualização que serão colocados à prova no próximos seis meses, quando a equipe irá participar de eventos importantes na modalidade. Em julho, serão duas competições: Fight Challenge, em Minas Gerais, e o Campeonato Paulista, no fim do mês, em Bragança Paulista.

“Considero o início de ano muito positivo. No segundo semestre, vamos participar de várias competições e temos que estar preparados. Em Minas Gerais, a Fernanda Mariano e a Joyce Franca irão disputar superlutas, com o Thiago Porto (lutador) fazendo a luta principal. No Paulista, queremos levar o maior número possível de atletas com condições de trazer uma medalha para casa. A expectativa é muito boa”, afirmou o treinador. Lukas Bueno também confirmou a segunda edição do Inside Rock e a presença no Campeonato Brasileiro.

“O Inside Rock é uma surpresa ainda, mas irá causar impacto na cidade. Em relação ao Brasileiro, a expectativa é positiva. Sabemos a dificuldade, mas temos condições de fazer um bom papel. Nós estamos muito focados no muay thai, houve uma mudança importante em termos de metodologia para adaptação ao padrão internacional. É importante essa preparação e pode significar uma vantagem para nós no futuro”, comentou o técnico.

JOYCE FRANCA

Atleta revelação da equipe, Joyce Franca despontou rapidamente no esporte, mas sofreu duas derrotas recentes (Fight Pró e Copa Extrema). Para Lukas Bueno, não há motivo para se alarmar. “Ela está no início da trajetória, não completou sequer um ano de treino. A Joyce está sendo bem preparada, as derrotas agora não são o fim do mundo. O ano é de aprendizado para ela, no Brasileiro vai enfrentar meninas com cinco ou seis anos de treino, e tem que lutar sempre de cabeça erguida. Temos muita confiança”, finalizou.

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