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Ginástica Rítmica

‘Trabalho para as meninas se apaixonarem pelo esporte’

Na modalidade desde 1996, Helena Macchi prepara crianças e pré-adolescentes

Helena Macchi, treinadora de Ginástica Rítmica da academia Corpo Livre
Helena Macchi: exemplo de dedicação à ginástica rítmica desde 1996 (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

É impossível não ligar a ginástica rítmica de Piracicaba ao nome de Helena Macchi. No esporte desde 1996, quando tinha apenas seis anos, a treinadora mantém a motivação intacta para trabalhar com as três turmas que atualmente comanda, com meninas de 5 a 11 anos e um objetivo comum: apresentar o espetáculo Catchs, em julho, no Teatro do Engenho. A proposta, que é uma iniciativa da academia Corpo Livre, foi pioneira na inserção da ginástica aos palcos. Antes disso, parte do elenco participa em maio do 2º Torneio Attitude, nas provas individuais.

No segundo semestre, a professora também avalia a possibilidade de participar da Copa do Interior de Conjuntos. Perguntada sobre o trabalho com crianças e pré-adolescentes, Helena diz que prefere essa faixa etária. “Eu prefiro as crianças. Acho que elas estão descobrindo tudo e encaram as propostas com diversão e interesse. O único desafio é lidar com as situações individuais para que, em uma turma grande, todas se sintam importantes e capazes de praticar a ginástica rítmica”, afirmou.

A visão que a treinadora tem sobre o grupo é reflexo da experiência que ela própria viveu na infância. “O que me motiva é um amor inexplicável pelo esporte. Desde que tinha 9 anos, não fazia questão de ser a melhor atleta, mas queria ensinar e ajudar as pessoas a fazer também. É algo que sempre esteve em mim”, comentou. Ex-atleta, Helena tem parte importante da carreira ligada à academia Corpo Livre. Em 2007, ela chegou ao local e foi professora de uma turma com 20 crianças. Antes, haviam apenas aulas particulares e individuais. De lá para cá, o vínculo ampliou. “Não paramos mais. Organizamos campeonatos, festivais e levamos as meninas para outras cidades”, contou.

DESENVOLVIMENTO

Fruto do trabalho é a ‘fidelidade’ de suas meninas. “Hoje, 90% das alunas estão comigo há mais de um ano e o desenvolvimento delas é muito bom. Em cada turma, gosto de introduzir a manipulação dos aparelhos oficiais, ensino as nomenclaturas corretas dos movimentos e iniciei há um ano o contato com as regras oficiais da modalidade. Trabalho para que as meninas que praticam ginástica rítmica sejam apaixonadas pelo esporte e saibam suas características”, finalizou.

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