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Canoagem

Serra disputa seletiva para continuar sonhando com Olimpíadas

Canoísta piracicabano disputa Seletiva Nacional neste fim de semana no Rio de Janeiro

Thiago Serra, atleta de canoagem da Ascapi-Selam
Thiago Serra mantém vivas as esperanças de disputar os Jogos Olímpicos de Tóquio (Foto: Fábio Canhete)

Após ter a pré-temporada reduzida devido à falta de equipamentos, o canoísta Thiago Serra, representante da Ascapi/Selam (Associação de Canoagem de Piracicaba), viajou ao Rio de Janeiro para a disputa a Seletiva Nacional de Canoagem Slalom. De acordo com a CBCa (Confederação Brasileira de Canoagem), a programação começa nesta quinta-feira (5), com a aprovação da pista e o primeiro dia de competições. As disputas retornam neste sábado (7) e terminam no próximo domingo (8), no Parque Radical de Deodoro. O piracicabano compete na categoria C1.

Em ano olímpico, a Seletiva Nacional ganha ainda mais importância: os três melhores colocados terão a chance de disputar a última vaga para os Jogos de Tóquio, que serão concedidas no Campeonato Pan-Americano, marcado para o mês de abril, também no Rio de Janeiro. Apesar das dificuldades que enfrentou na fase de preparação, o canoísta piracicabano diz que está confiante para o compromisso deste fim de semana.

“Com a importação dos equipamentos, consegui terminar de montar tudo o que eu precisava (para treinar) no fim de janeiro, foi um período muito curto para eu me acostumar com o (equipamento) novo. A semana de treinamentos no Rio de Janeiro foi o meu início de temporada. Apesar de tudo, a minha expectativa é estar entre os três primeiros. É um passo de cada vez. Se correr tudo bem, terei mais quatro semanas para me preparar para a seletiva para os Jogos Olímpicos”, destacou Serra.

Apesar do nível de dificuldade que irá encontrar no Parque Radical de Deodoro, o piracicabano elogiou o local da competição. “Com toda certeza, está entre os melhores do mundo. É extremamente pesado, exige muito mais física e tecnicamente do que qualquer outro canal que recebe eventos no Brasil. Essa exigência vai de ponta a ponta. Geralmente, canais como o de Três Coroas (RS) têm partes mais técnicas e outras mais físicas, mas no Rio de Janeiro o desafio vai da largada à chegada. Em 2018, no Mundial, vi atletas bem colocados no ranking cometerem erros que custaram caro. É um canal em que até os melhores do mundo estão sujeitos a errar”, disse o piracicabano.

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