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Prefeitura recusa obras realizadas no Complexo Aquático

Decisão foi tomada de forma conjunta entre Selam e Semob, após realização de vistoria técnica

Inaugurado em 1976, o Complexo Aquático foi fechado em julho de 2018
Inaugurado em 1976, o Complexo Aquático foi fechado em julho de 2018 (Foto: Selam/Divulgação)

A Prefeitura de Piracicaba recusou a entrega das obras realizadas pela Spalla Engenharia Eireli, empresa responsável pela reforma do Complexo Aquático Dr. Samuel de Castro Neves, que abriga as piscinas municipais. A decisão, oficializada hoje, terça-feira, 10/08, foi tomada de forma conjunta entre Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras (Selam) e a Secretaria Municipal de Obras (Semob), após vistoria técnica realizada no dia 2/08. A Prefeitura vai abrir processo administrativo para solucionar o caso.

A reforma começou em julho do ano passado e custou R$ 1.292.633,48. O contrato terminou no dia 17/07, mas o relatório elaborado pela Prefeitura apontou problemas estruturais e a necessidade de ajustes, como o alinhamento da cerâmica do solarium e da piscina. A empresa, então, teve prazo estendido até o dia 2/08 para corrigir as falhas, mas os problemas persistiram na nova avaliação.

Inaugurado em 1976, o Complexo Aquático foi fechado em julho de 2018, quando apresentava vazamentos equivalentes a 125 metros cúbicos por dia. A reforma proposta contempla a divisão da piscina olímpica em duas: uma semiolímpica (25×25 metros), que poderá receber competições oficiais, além de atividades de iniciação e treinamentos, e outra medindo 12,5×25 metros, que será utilizada especialmente para aulas de hidroginástica. A reconstrução inclui ainda novos equipamentos, como bombas e tubulações, reduzindo o custo de manutenção.

Inaugurado em 1976, o Complexo Aquático foi fechado em julho de 2018

A Prefeitura de Piracicaba recusou a entrega das obras no Complexo Aquático (Foto: Selam/Divulgação)

“Acompanhamos o andamento das obras do Complexo Aquático e exigimos atitudes da empresa responsável. É determinante que o que foi acordado deveria ser cumprido e não vamos aceitar obra mal feita. Deixamos claro que estamos em desacordo com o que foi apresentado. Uma empresa que se compromete a executar um serviço para uma comunidade deve se comprometer a contemplar com excelência o valor investido, cuja fonte é o imposto pago pelos cidadãos”, afirmou o secretário de Esportes, Hermes Balbino.

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