fbpx

Líder Esportes

Ginástica Artística

Prata nas argolas, Diogo faz história mais uma vez

Piracicabano conquista medalha no 1º Campeonato Mundial Juvenil de Ginástica

Diogo Soares, ginasta da Academia Pira Olímpica
Diogo Soares foi prata nas argolas no Mundial da Hungria (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

Diogo Soares conquistou no último sábado (29) a medalha de prata nas argolas, em Gyor, na Hungria, na primeira edição do Campeonato Mundial Juvenil de Ginástica Artística. O ginasta piracicabano foi o terceiro colocado no qualificatório, com a nota de 13.533 pontos. Na final do aparelho, o representante da academia Pira Olímpica ficou atrás apenas do canadense Felix Dolci, que levou o ouro com a nota de 13.600 pontos. A medalha de bronze foi para o chinês Haonan Yang (13.475 pontos).

“Ele realizou a mesma série que fez na Olimpíada da Juventude. Buscamos ao longo do último ano melhorar a execução. Após as classificatórias, sabíamos que se ele fizesse uma apresentação bem feita, teria chance de brigar pela medalha. Deu certo”, disse o treinador piracicabano Daniel Biscalchin, que integrou a comissão técnica da seleção brasileira no evento. De acordo com o técnico, “Diogo evoluiu muito em relação às últimas grandes competições que disputou”.

Além da prata nas argolas, o ginasta ficou em quinto lugar no salto e foi o sexto colocado na barra fixa. “Aquela sensação logo depois que conquistei a medalha na Olimpíada aconteceu de novo. Conseguimos o segundo lugar nas argolas. Estou muito feliz por representar minha academia Pira Olímpica e meu país, e ainda conseguir levar uma ‘medalhinha’ maravilhosa para casa”, afirmou o atleta, que já havia obtido o melhor desempenho individual da seleção brasileira na prova por equipes.

Duas vezes medalhista nos Jogos Olímpicos da Juventude 2018, em Buenos Aires, Diogo é um dos principais nomes do esporte brasileiro. Na Argentina, o piracicabano foi bronze no individual geral e obteve a prata na barra fixa. “Agradeço a Deus por me fazer sentir essa sensação de novo, minha família e meu técnico, que é ‘meio dono da medalha’. Se não fosse por ele, eu não teria conseguido metade do que consegui”, completou Diogo, que começou na ginástica com Biscalchin, quando tinha 4 anos de idade.

Voltar