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Jiu-Jitsu

Piracicabano é bicampeão brasileiro pela CBJJE

Paulo Santos conquista mais um título nacional e agora sonha com Mundial

Paulo Santos representa a equipe piracicabana da academia Alliance JJ (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

O lutador piracicabano Paulo Santos conquistou no último sábado (15) o bicampeonato brasileiro de jiu-jitsu esportivo, competição organizada pela CBJJE (Confederação Brasileira de Jiu-Jitsu Esportivo) e realizada no Ginásio do Ibirapuera, em São Paulo. A façanha foi alcançada na categoria máster 3 leve (-76 kg), faixa roxa, após duas vitórias por finalização. Em 2018, o atleta da equipe Alliance JJ participou do evento na faixa azul e também garantiu o primeiro lugar no pódio.

“A medalha de ouro representa para mim a confirmação de um ano que está sendo muito positivo, com certeza. Tive uma mudança de equipe e isso trouxe uma melhoras nos treinos, que agora são mais voltados para a competição. Encaro como um teste. Digo sem nenhuma soberba que ficar campeão não é tão difícil, mas manter-se é bem mais complicado”, afirmou Paulo, que teve de ficar afastado do tatame durante dez dias antes da competição, devido à lesão na costela que sofreu na segunda etapa do Circuito Paulista.

“As dificuldades foram essas: lesão, falta de apoio e o nível dos adversários, que é muito alto. Se você é o campeão, torna-se o cara a ser batido. Acredito que a minha vontade é que me faz vencer. Que venha o tricampeonato no próximo ano (risos)”, disse o lutador. Além do Brasileiro, o atleta piracicabano é campeão pan-americano e vice-campeão mundial pela CBJJE. O Mundial de Jiu-Jitsu Esportivo, aliás, é o próximo compromisso de Paulo e acontece em julho.

Na sequência, o piracicabano disputa, no início de agosto, a terceira etapa do Circuito Paulista. No final do mesmo mês, ele embarca para Las Vegas, que será palco para o Mundial Máster. “O momento é de treinar mais e continuar focado, porque o nível no Mundial é diferenciado. Acredito que estou no caminho certo. A Alliance JJ é uma escola de jiu-jistu, como diz o Flávio (Junqueira, treinador). O material humano é extenso e o trabalho é mais específico”, finalizou o atleta.

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