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Kickboxing

Piacentini encerra ano com a prata nos Abertos

Lutador avalia temporada e deixa aberta possibilidade de atuar como técnico

Gustavo Piacentini, lutador de kickboxing
Piacentini despistou em relação ao planejamento para a próxima temporada (Foto: Arquivo/Líder Esportes)

Na última competição em 2019, o lutador do Centro Esportivo MR, Gustavo Piacentini, terminou a 83ª edição dos Jogos Abertos do Interior, que aconteceu em Marília, com uma medalha de prata na categoria -63,5 kg, modalidade low kicks. Na luta contra Rafael Araújo, atleta de São Bernardo do Campo que foi campeão dos Abertos, Piá perdeu por decisão dividida da arbitragem.

“A gente sempre treina para buscar o ouro, mas foi um bom resultado. Perdi para o campeão, que está bem ativo no circuito, muito mais do que eu, por decisão dividida e por um ponto. Foi um golpe que faltou. Ganhei do Hector Santiago na primeira luta, que para mim é o atual número um da categoria, ganhou os Abertos ano passado, campeão do WGP. Na atual situação, em que não me dedico mais 100% como atleta, não dá para dizer que não foi um resultado não satisfatório”, destacou Piacentini.

Diferente de temporadas anteriores, o piracicabano iniciou 2019 longe dos ringues e voltou a lutar somente em junho, quando conquistou o bronze no 29º Campeonato Brasileiro, em Sorocaba. Para ele, essa decisão também influenciou no resultado dos Abertos. “Foi um ano atípico, de poucas competições e pouca rodagem, então isso influencia no resultado final, principalmente nos Jogos Abertos, que é no final do ano, quando a maioria dos atletas tem uma boa bagagem e eu não tive isso, por opção minha.  Se eu tivesse feito outras lutas no decorrer do ano, teria resultado melhores, mas não dá para reclamar disso”, disse.

EXPERIÊNCIA 

Dono de um currículo com mais de 70 vitórias, hexacampeão dos Jogos Abertos, tetra brasileiro e da Copa do Brasil, além do Cinturão Profissional Brasileiro e o Pan-Americano, Piacentini vive uma nova fase dentro do kickboxing. “Estou gostando da experiência de ser treinador. Ajudei a montar, principalmente a equipe masculina, para os Abertos, mas não fui como técnico. Lá, tive uma relação mais próxima com isso. Conversei com outros treinadores, árbitros e me envolvi nessa parte que é mais política e burocrática do esporte. Gosto bastante e sinto que estou me preparando bem”, contou.

Perguntado sobre o ano de 2020, Piacentini deixou o suspense no ar. “Ainda não é nada certo, por isso não vou falar nada, mas eu tenho alguns planos sim, tanto nessa questão técnica e administrativa, quanto na parte como lutador. Por que não? Mas ainda são coisas para sentar e conversar com a comissão no início do ano”, finalizou o atleta.

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