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Opinião

Para aonde vai o ‘ET’?

O mundo do futebol pergunta para aonde vai o gênio Lionel Messi. O maior jogador em atividade na atualidade e um dos melhores da história entregou nesta semana uma carta à diretoria do Barcelona informando que não vestirá mais a camisa do time catalão e, desde então, há muitas especulações sobre o futuro do astro argentino. Messi assinou uma cláusula em 2017 que permitia que deixasse o Barcelona ao fim de qualquer temporada. O acordo de compra do jogador (ou cláusula de liberação) é de 700 milhões de euros. O contrato foi aplicado quando Messi assinou um novo vínculo de quatro anos com o Barça em 2017, que expira em 2021.

Com a decisão de mudar de ares, vários clubes se candidataram à contratação da lenda de 33 anos. A principal aposta no momento é o Manchester City, onde ele reeditaria a parceira com o técnico Pep Guardiola. Inclusive, a imprensa espanhola informou que o próprio Messi já teria declarado que sua meta é ir para a Inglaterra. Além da amizade com Guardiola, o City tem outro trunfo para seduzir a diretoria do Barcelona. O atacante brasileiro Gabriel Jesus seria usado como moeda de troca. Nesse cenário, logicamente, a equipe inglesa ainda daria uma bela compensação financeira. O rival do City, o United, o clube mais popular de Manchester, é outro que sonha com o argentino.

Mas não é só. A Inter de Milão também se assanhou e quer o meia. O clube italiano admitiu, mais de uma vez, seu desejo em contar com o argentino. Os dirigentes da Inter querem reacender a rivalidade com Cristiano Ronaldo, caso o português fique na Juventus. O problema é que a Velha Senhora também monitora essa situação. Já pensou CR7 e Messi no mesmo vestiário?

No PSG, o técnico Thomas Tuchel deu uma gargalhada ao ser perguntado sobre a possibilidade de comandar o argentino. É um forte concorrente também, porque dinheiro não é problema para a equipe parisiense, um dos times mais ricos do mundo. Aliás, como sonhar não paga imposto, nada mal um trio formando por Messi, Neymar e Mbappé. Seria o melhor ataque do mundo, sem dúvida!

Agora, as cartas estão à mesa. O certo é que Messi não pisa mais no Camp Nou, onde ele passou as últimas duas décadas. Divergências com a diretoria do Barça, em especial com o presidente Josep Maria Bartomeu, fazem com que a decisão seja definitiva. O clube catalão, entretanto, pretende ir até as esferas judiciais, se possível, para impedir a saída do craque argentino. A guerra está declarada!

Erivan Monteiro é jornalista e cronista esportivo

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