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Aikidô

‘No aikidô, encontrei uma nova parte dentro de mim’

Aos 14 anos, Diego Ribas conheceu a arte japonesa após recomendação médica

Diego encontrou no aikidô a atividade física ideal: 'É parte da minha vida' (Foto: Líder Esportes)

Hoje com 14 anos, o jovem piracicabano Diego Rodrigues Ribas pertece à geração que cresceu ‘vidrada’ em jogos eletrônicos e redes sociais. Não por acaso, passava boa parte do dia parado, em casa. Em 2016, porém, ele recebeu orientação médica uma orientação médica para fazer exercícios físicos. Diego conta que tentou vários esportes: futebol e vôlei não deram certo; o garoto pensou em natação, mas descartou a modalidade antes mesmo de começar. “Não conseguia me adaptar”, relatou.

A reviravolta na história se deve em boa escala à curiosidade da mãe de Diego, que é estudante, que atualmente está no nono ano do ensino fundamental. Ao passar em frente à Escola Aiki Kaizen, descobriu o aikidô e incentivou o filho a conhecer a arte marcial japonesa. “Vim conhecer o treino e o sensei Roney (Rodrigues Filho), que é um grande mestre. Fiz a primeira aula e achei divertido, criei amizades e fui muito bem acolhido. Isso fez muita diferença para mim”, contou Diego, que em setembro completa três anos de aikidô.

Perguntado sobre o que mais o atraiu quando começou, o estudante destacou a filosofia. “Parece que encontrei uma nova parte dentro de mim. Por exemplo: eu tinha amizades apenas na escola e, no período de férias, praticamente vivia sozinho, dentro do quarto. No aikidô, me dediquei ao máximo e me identifiquei. É um quebra-cabeça que encaixou em minha vida”, disse. Além de se tornar mais extrovertido, Diego relatou que teve uma melhora no desempenho na escola.

“Fiquei mais ativo e passei a ser mais dedicado. As notas não eram ruins (risos), mas melhoraram. Passei de oito para dez. Fico feliz e motivado”, afirmou. Ele treina cinco vezes por semana, às segundas, terças e quintas-feiras, sendo que nos dois últimos dias, os treinamentos acontecem em dois períodos. A dedicação é fácil de explicar: Diego sonha em conquistar a faixa preta, algo que ele projeta alcançar em seis anos. “O aikidô é parte de mim desde a recepção que tive, de todos os mestres. A última faixa, do sexto kyu, é a que eu mais gost: tem o meu nome escrito em japonês e isso para mim tem um significado especial”, completou o garoto.

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