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Karatê

Karatê para Todos adapta projeto durante a pandemia

As atividades do programa são oferecidas aos alunos de forma virtual

As aulas presenciais realizadas pelo projeto Karatê para Todos estão suspensas desde março (Foto: Arquivo/Líder Esportes)

Com o objetivo de prosseguir com os atendimentos realizados pelo projeto Karatê para Todos, apesar das dificuldades impostas pela pandemia da Covid-19, a Associação Sport Way, responsável pelo programa, realizou uma série de adaptações para que os alunos se mantenham ativos fisicamente e continuem aprendendo sobre a modalidade. Sem aulas presenciais desde o mês de março, os encontros passaram a ser virtuais, às segundas e sextas-feiras, das 9h às 10h e das 14h às 15h, e às terças e quintas-feiras, das 19h às 20h.

“Nós fizemos a readequação do projeto para a realidade, com aulas pelo aplicativo Zoom. Ao longo de 2020, nós também oferecemos cursos de kata e de shiai kumite com duas atletas da seleção brasileira, Nicole Yonamine Mota e Stéphani Trevisan. Com isso, nós conseguimos proporcionar o acesso ao conhecimento e também ao exercício físico. Estamos muito satisfeitos por oferecer essas possibilidades aos nossos alunos”, destacou o coordenador do projeto, Diego Spigolon.

PROJEÇÃO

Antes da paralisação das atividades presenciais, o Karatê para Todos atendia cerca de 100 alunos, a partir dos 7 anos de idade, nos núcleos instalados nos bairros Santa Rosa e Jardim Primavera. De acordo com Spigolon, que é responsável pelo comando da seleção brasileira da modalidade, a expectativa da Associação Sport Way para 2021 é continuar com o trabalho e aumentar o alcance do projeto, divulgando a modalidade nas escolas municipais e realizando parcerias.

“No momento, estamos aguardando o fim da pandemia e a liberação da Selam (Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras) para retomarmos as aulas presenciais”, disse o coordenador. O projeto Karatê para Todos é desenvolvido pela Associação Sport Way e foi aprovado via chamamento público. O programa é financiado pela Prefeitura de Piracicaba, atendendo as determinações do Marco Regulatório (Lei Federal 13.019/2014).

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