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Basquete

IPM retoma atividades em Piracicaba e São Paulo

Educandos voltam às aulas com boas notícias e aprovações em peneiras locais

William foi selecionado para jogar no Centro Cultural e Recreativo Cristóvão Colombo (Foto: IPM/Divulgação)

As aulas do Instituto Passe de Mágica recomeçaram nesta semana nos três núcleos mantidos pelo projeto. Em Piracicaba, as atividades no Tiro de Guerra tiveram início na última segunda-feira (27), enquanto o trabalho realizado no Ginásio Poliesportivo do Vila Sônia começou na quarta (29). Na Lapa, em São Paulo, a retomada ocorreu na última terça-feira (28). O IPM é uma associação sem fins lucrativos criada em 2004 pela medalhista olímpica e campeã mundial de basquete, Magic Paula.

“As crianças voltaram muito ansiosas depois das férias. Nesse período, tivemos as Férias Ativas para estimular as atividades físicas, estavam todos muito animados. Nos primeiros dias de aula, faremos atividades para reativar a memória motora deles. No basquete, é um pouquinho de cada coisa: arremessos, dribles, habilidade e passes”, relatou Kelly Cota, educadora que atua no Vila Sônia. Os núcleos do IPM são mantidos em Piracicaba com recursos via Lei de Incentivo ao Esporte, na esfera federal, e em São Paulo com o patrocínio da Nike.

Além da empolgação, os educandos trouxeram boas notícias na volta às aulas. Com a realização das tradicionais peneiras de basquete, no fim do ano passado, foram vários os aprovados. É o caso de William dos Santos Marques, de 14 anos, que passou em uma seletiva para defender o time sub-15 do Centro Cultural e Recreativo Cristóvão Colombo, de Piracicaba. No Instituto Passe de Mágica desde 2017, William ressaltou os valores transmitidos pelo projeto.

Kamilly vai atuar pelo XV de Piracicaba e quer fazer carreira no basquete (Foto: IPM/Divulgação)

“As aulas são muito legais e o foco aqui não é apenas o basquete, nós aprendemos diversas coisas, um projeto diferenciado. O básico eu aprendi no Instituto Passe de Mágica, fui melhorando o meu basquete com o tempo e passei na peneira. Ser profissional pode ser um sonho e vou embarcar nele para quem sabe jogar algum dia no NBB (Campeonato Brasileiro)”, afirmou o educando. A história é parecida com a de Kamilly Fernanda Sanchez, de 16 anos, que vestirá a camisa do XV de Piracicaba.

“Eu não fazia basquete antes de vir para cá, mas um amigo me convidou e comecei a participar das aulas. O que eu aprendi aqui me ajudou bastante, fui evoluindo, fiz a peneira e passei. O mais legal é que aqui a gente aprende muito mais do que basquete. Temos que ser unidos e nos colocarmos nos lugares dos amigos. No treino, tenho que pegar firme, porque jogar basquete é um sonho e vou chegar onde Deus permitir. A (Magic) Paula é uma inspiração para mim. Ela jogava muito”, disse Kamilly.

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