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Em coma, Marcella segue lutando pela vida

Fisioterapeuta do XV continua internada em estado grave em Piracicaba

Marcella Damas, fisioterapeuta das categorias de base do XV de Piracicaba
Marcella Damas segue na luta pela vida; família pede orações para fisioterapeuta (Foto: Fernando Galvão)

A fisioterapeuta das categorias de base do XV de Piracicaba, Marcella Damas, segue internada em estado grave na UTI (Unidade de Terapia Intensiva) do Hospital Unimed. Nesta sexta-feira (22), a profissional não teve febre e foi diagnosticada infecção urinária. O quadro neurológico, entretanto, não apresenta evolução – Marcella Damas continua em coma será submetida a novos exames neste fim de semana. A fisioterapeuta de 28 anos sofreu dois AVCs (Acidente Vascular Cerebral) no início do mês.

“Os dois AVCs causaram muitas lesões cerebrais, porém, como o cérebro ainda se encontra muito inchado, não dá para saber o grau das lesões e quais áreas foram afetadas”, disse à reportagem Sérgio Borin, namorado de Marcella e coordenador e professor do curso de especialização em fisioterapia desportiva da Unimep (Universidade Metodista de Piracicaba). Os dois AVCs ocorreram nos dias 5 e 7 de julho. No dia 6, segundo a família, Marcella chegou a tomar banho sozinha e apresentava apenas dificuldades na fala.

LUTA PELA VIDA

“É inacreditável o que aconteceu, mas ela é muito forte. Hoje faz uma semana que os médicos nos chamaram para nos despedirmos dela, deram horas de vida. Eles não têm explicação. Temos que continuar acreditando, pois a Marcella está indo contra tudo”, afirmou Borin. No dia 13, a profissional passou por um eletroencefalograma. O exame detectou que há atividade cerebral, porém, ela continua sem reflexo. Não houve necessidade de aumentar a adrenalina para que o coração trabalhasse. O quadro segue sendo considerado ‘gravíssimo’.

Nas redes sociais, a família de Marcella pede apoio e orações. “O quadro de saúde ainda é gravíssimo, houve alterações na pressão e febre, mas com medicamentos isso foi normalizado. Pedimos com todo fervor de pai e mãe para que continuemos a nossa corrente de orações […] para a total recuperação da nossa menina”, escreveu Gilberto Damas, pai da fisioterapeuta. “Os médicos estão fazendo o impossível na medicina dos homens, mas temos que acreditar, temos que orar”, completou.

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