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Canoagem

Dupla piracicabana disputa Mundial na Polônia

Denis Quellis e Thiago Serra embarcam para Cracóvia e sonham com título

Thiago Serra, atleta de canoagem da Ascapi/Selam
Thiago disputa o Mundial e participa como atleta de demonstração nas Olimpíadas (Foto: Arquivo Pessoal)

Denis Quellis e Thiago Serra embarcam nesta segunda-feira (4) para Cracóvia, na Polônia, onde será realizado o Mundial de Canoagem Slalom júnior e sub-23. A competição acontece entre os dias 13 e 17 de julho. A dupla piracicabana, revelada pela Ascapi/Selam (Associação de Canoagem de Piracicaba), disputa a categoria C1 (canoa individual) com perspectivas diferentes: aos 21 anos, Thiago Serra é mais rodado no cenário internacional, enquanto Denis Quellis, 17, que estreia no Mundial, é apontado como promessa da modalidade.

“Não vou negar que estou ansioso, porém, também estou bem preparado física, técnica e psicologicamente. Todo mundo diz que tenho grande chance de vencer, que basta confiar, mas, por ser o primeiro Campeonato Mundial que disputo, chegar à final e ficar entre os dez do mundo é um ótimo resultado. Vou fazer o meu melhor e, se vier uma medalha, só agradecer imensamente a Deus pela oportunidade”, contou Denis Quellis. O piracicabano mora em Foz do Iguaçu (PR), onde treina com a equipe nacional permanente.

Mais experiente, Thiago Serra volta à Polônia um ano depois de disputar a etapa de Cracóvia da Copa do Mundo. “Gostei muito e me acostumei muito rápido com o canal. Fiz uma boa prova ano passado, mas um erro na última parte da pista me tirou da semifinal. Agora espero aprender e usar a experiência de 2015 para chegar às finais”, disse Thiago Serra, que após o Mundial vai ao Mato Grosso para disputar a Copa do Brasil e, na sequência, participa dos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro como atleta de demonstração.

CICLO OLÍMPICO

Denis Quellis e Thiago Serra têm em comum a expectativa de disputar as Olimpíadas de 2020, em Tóquio. A preocupação de ambos, porém, é com o que vai acontecer no Brasil após os Jogos do Rio de Janeiro. “Temos muito tempo e o plano é manter o treinamento e esperar para ver como o esporte brasileiro vai reagir após os Jogos. É muito comum que aconteça alguma resseção após um evento deste porte. Torço para que as instalações permaneçam e que não aconteça conosco a ‘síndrome de Atenas’. Espero que as instalações não fiquem abandonadas e possam ajudar no desenvolvimento esportivo e social”, opinou Thiago Serra.

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