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Karatê

Diego leva fisioterapeuta Charlini para a seleção

Profissional realiza acompanhamento à distância, novidade na equipe brasileira

A fisioterapeuta Charlini Hartz atende a karateca Natalia Brozulatto
Charlini já trabalhava com Natalia Brozulatto e Hernani Veríssimo em Piracicaba (Foto: Arquivo pessoal)

O técnico piracicabano Diego Spigolon introduziu, na seleção brasileira feminina de karatê, o acompanhamento à distância de uma fisioterapeuta. A profissional escolhida pelo treinador foi Charlini Hartz, que iniciou os trabalhos na última quinta-feira (2). Ela já trabalhava com atletas de Piracicaba há cerca de dois anos, segundo Spigolon.

Charlini afirmou que, a princípio, tem feito uma triagem das principais lesões das lutadoras. “Como cada uma é de uma região e tem seu próprio treinamento, a nossa ideia é fazer um acompanhamento à distância para saber exatamente qual tipo trabalho que elas realizam e que tipo de intervenção posso fazer mesmo estando longe”, declarou. Ela também contou que fará encontros presenciais com as atletas “quando possível”.

A fisioterapeuta comemorou a oportunidade. “É a realização de um sonho. Acho que todo profissional que trabalha com esporte tem o desejo de chegar à seleção brasileira”, comentou.

De acordo com Spigolon, a profissional atendia dois lutadores da cidade: Natalia Brozulatto, ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2015, e Hernani Veríssimo, campeão pan-americano e sul-americano em 2016. “Vejo que ela faz um excelente trabalho. Ela alia a questão prática à teoria. Encaixou como uma luva naquilo que eu queria”, ressaltou.

O técnico disse que a supervisão de uma fisioterapeuta é importante devido ao risco de lesão. Valéria Kumizaki, líder do ranking mundial na categoria até 55g, compartilha da mesma opinião. “Nunca tivemos um acompanhamento. É fundamental. Porque atleta de alto rendimento sempre treina com bastante dor, tem bastante lesão”, destacou.

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