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Cunha explica defesa sólida: ‘Trabalho do Cléber’

Zagueiro do XV elogia técnico e diz que jogadores se cobram individualmente

Lucas Cunha, zagueiro do XV de Piracicaba
Lucas Cunha, emocionado após a classificação contra o Rio Claro (Foto: Mauricio Bento/Líder Esportes)

Com apenas 11 gols sofridos em 23 jogos, média inferior a 0,5 gol por jogo, o setor defensivo do XV de Piracicaba é o destaque da equipe na Copa Paulista. Além de sofrer poucos gols na competição estadual, nenhum adversário balançou a rede do Nhô Quim duas vezes no mesmo jogo. Se a história se repetir em Araraquara, no próximo sábado (26), o time piracicabano garante o título – como venceu em casa por 2×0, o Alvinegro pode perder por um gol de diferença que, ainda assim, sairá da Arena da Fonte Luminosa com a taça.

“Isso é fruto de muito trabalho do Cléber Gaúcho. Ele estuda muito e pratica essas duas linhas de quatro homens na marcação. É uma tecla que ele bate bastante. Individualmente, também nos cobramos muito, pois não adianta ter o treino e fazer de qualquer maneira. Então, é preciso fazer o melhor para quando entrar em campo obter os resultados”, disse o zagueiro Lucas Cunha, em entrevista concedida nesta terça-feira (22), na sala de imprensa do estádio Barão da Serra Negra.

Além de poder conquistar o título pela primeira vez, o Alvinegro busca a vaga no Campeonato Brasileiro da Série D. “Estamos ansiosos para que chegue logo o sábado, mas ontem já conversamos sobre isso e falamos que essa ansiedade tem que ser trabalhada na nossa cabeça. Precisamos da adrenalina do jogo, mas nunca tirar os pés do chão. Fizemos um bom resultado, mas nada está decidido. São mais 90 minutos contra uma equipe muito boa, com um pessoal jovem e muito bem treinado pelo (Antonio) Picoli”, complementou Lucas Cunha.

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