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Voleibol

Cristóvão trabalha para resgatar voleibol em Piracicaba

Projeto busca formação e rendimento; equipe representa cidade nos Regionais

O time masculino viaja para Botucatu com a expectativa de brigar pelo pódio nos Regionais (Foto: Líder Esportes)

Em vigor há cerca de um ano e meio, o projeto de voleibol feminino e masculino desenvolvido pelo Centro Cultural e Recreativo Cristóvão Colombo vai representar Piracicaba na 63ª edição dos Jogos Regionais, que estão sendo disputados em Botucatu. A iniciativa nasceu com o objetivo de resgatar a modalidade na cidade, desde a formação ao rendimento. O projeto foi aprovado via chamamento público e é financiado pela Prefeitura de Piracicaba, atendendo as determinações do Marco Regulatório (Lei Federal 13.019/2014).

Em Botucatu, o clube colombino entra em quadra na categoria masculina adulta, sob o comando de Fábio Cassiano, Lademir Carraro e Rafael Andrade, e com o time feminino sub-20, que será dirigido por Jayme Leite e Robson Siqueira. “Sabemos que o trabalho é de formação, e formação é a longo prazo. No masculino, vamos com três atletas formados na base e meninos mais velhos que vieram para brigar por uma melhor classificação. Nosso pensamento, porém, não é o resultado momentâneo, e sim para os próximos anos”, afirmou Palloma Leite, 37, gestora do projeto.

A equipe feminina sub-20 é formada por jogadoras de Piracicaba e região. Segundo Palloma, o objetivo é ficar entre os quatro melhores em Botucatu. “Quem mexe com esporte, tem cobrança por resultados, mas não buscamos isso somente nos Jogos Regionais. Nós queremos resgatar o voleibol em Piracicaba. Claro que a intenção é brigar por medalhas, montamos os times para isso. Mas já estamos lapidando um projeto para apresentar aos empresários de Piracicaba, em 2020”, disse a gestora.

NÚCLEOS

Atualmente, o programa desenvolvido pelo clube colombino está espalhado em cinco pólos na cidade: EC Rezende, Escola Professor Jethro Vaz de Toledo (Jardim Itapuã), Ginásio Municipal Waldemar Blatkauskas, Sesi e o próprio Cristóvão Colombo. São cerca de 200 atletas participantes entre escolinha (a partir de 7 anos), categorias de base, adulto feminino e masculino, e máster feminino. Com boa infraestrutura e material de ponta para trabalhar, a ideia é oportunizar e pincelar a qualidade encontrada.

“São quatro eixos: lazer, social, participação e rendimento. Trabalhamos com a oportunização e o rendimento. Fazemos reuniões periódicas com nossos professores e buscamos qualidade. Também promovemos festivais para crianças que não têm condições de ir para categorias de base, por exemplo. Nós também estamos planejando um festival incluindo escolas estaduais. Não podemos perder atletas e estamos perdendo para tecnologia e futebol. O talento existe, mas nós temos que buscá-los, colocá-los em contato com o esporte. O clube tem dado total suporte”, finalizou Palloma.

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