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Kickboxing

Centro Esportivo MR participa de encontro esportivo

A atividade foi realizada no último fim de semana e reuniu cerca de 40 alunos

Marcos Alves, professor de kickboxing do projeto Lutando para Vencer
O professor Marcos Alves elogiou o trabalho desenvolvido com as crianças (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

Alunos e professores do projeto de kickboxing Lutando para Vencer, vinculado ao Centro Esportivo MR, participaram no último fim de semana do programa Encontros Esportivos, realizado pela Selam (Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras). A atividade aconteceu no miniginásio Garcia Netto e reuniu aproximadamente 40 crianças dos núcleos instalados no Jardim Paineiras, na Academia Chock Dee e no próprio Centro Esportivo MR, além de representantes do poder público.

“Foi uma vivência realizada para promover a atividade física, que é desenvolvida através do projeto Lutando para Vencer. Realizamos uma aula, focada inicialmente na questão do desenvolvimento lúdico, depois um movimentação mais técnica. A ideia foi promover a interação entre os núcleos”, afirmou o professor Marcos Ribeiro, idealizador do projeto. Atualmente, cerca de 50 crianças e adolescentes são atendidos pelo Lutando para Vencer. O objetivo é aumentar o número em 2019.

“O ano passado foi de muito trabalho, com um sistema totalmente novo (chamamento público). Nós acreditamos que vamos colher frutos. Junto ao desenvolvimento, queremos formar uma base para inserir os jovens em competições. Temos revelações que vão atuar em 2019. O mais importante é possibilitar aos jovens um momento de interação, em que eles possam se sentir bem acolhidos. Nós queremos que eles encontrem valores aqui, capazes de moldar o caráter e a filosofia de vida”, disse Ribeiro.

Professor envolvido no projeto, Marcos Alves afirmou que o trabalho com as crianças é ‘prazeroso’, e reforçou o papel do esporte na formação. “É uma experiência bacana. Além de ensinar, eu também aprendo. A molecada é bacana e gosta bastante do esporte. O trabalho com eles é prazeroso, mas não é fácil lidar com os mais teimosos (risos). Nós colocamos brincadeiras que tem um fundamento ‘marcial’, elas brincam e aprendem. A evolução delas é bastante visível”, finalizou.

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