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Caldeirão tem projeto aprovado pelo Ministério da Cidadania

Objetivo é iniciar as obras no bairro Jardim Tóquio já no primeiro semestre de 2021

A construção do complexo do Caldeirão Futebol Clube foi aprovada via Lei de Incentivo ao Esporte pela Secretaria Especial de Esporte, do Ministério da Cidadania. A informação, publicada em maio pelo LÍDER, foi anunciada nesta terça-feira (13). O novo espaço será construído na rua Lins, atrás da Escola Municipal Wilson Guidotti, no bairro Jardim Tóquio, em Piracicaba. A implementação contempla uma de área de 1.100 metros quadrados, que além de treinos e competições, será compartilhada também para lazer e recreação da comunidade. A previsão é de que as obras comecem no primeiro semestre de 2021.

Leandro Silva visa Complexo Esportivo em Piracicaba

O complexo será equipado com alojamento, auditório, cozinha e refeitório, campo de futebol com alambrado e arquibancada, e vestiários. “Nós queremos que o local sirva de referência para a prática esportiva, educação, saúde e lazer para crianças, adolescentes, adultos, idosos e pessoas com deficiência, estimulando assim o trabalho em grupo, cooperação, parceria e convivência, além de proporcionar oportunidades à participação gratuita em eventos, torneios, festivais esportivos. Será um espaço de lazer e recreação para a comunidade”, afirmou Leandro Silva, coordenador técnico do Caldeirão e idealizador do projeto.

Complexo Esportivo - Caldeirão Futebol Clube

O projeto do Caldeirão Futebol Clube quer ser referência em Piracicaba e Região (Arte: Divulgação)

O plano de trabalho foi aprovado com a chancela da Lei de Incentivo ao Esporte. A entidade busca agora o apoio do empresariado para iniciar a construção no primeiro semestre de 2021. “Piracicaba é um dos centros agroindustriais mais conceituados do país, com destaque para o setor da cana-de-açúcar. Esperamos contar com apoio do poder público, empresas e indústrias da cidade para viabilizar o projeto”, completou Silva. A Lei de Incentivo ao Esporte permite que empresas e pessoas físicas destinem parte do que pagariam de Imposto de Renda para projetos esportivos previamente aprovados pela Comissão Técnica da Lei de Incentivo ao Esporte.

INVESTIMENTO

As empresas tributadas pelo lucro real podem investir 1% do imposto devido, enquanto o investimento máximo das pessoas físicas é de 6%. “Compartilhando com empresas a responsabilidade de investir no social, na saúde e no esporte, podemos proporcionar o acesso da população a iniciativas que primam pela sustentabilidade e pela responsabilidade social, contribuindo também para a geração de empregos e movimentação da economia”, destacou Luis Fernando Miquilini, gestor do projeto incentivado. “Eventos socioesportivos possibilitam melhoria da qualidade de vida, inclusão social e sustentabilidade econômica com geração de renda a partir da oferta de entretenimento gratuito, do resgate e da valorização da cultura local”, completou.

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