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Futebol

Caldeirão ainda sonha com semifinal no Paulista Sub-17

Time piracicabano precisa vencer os dois últimos jogos da primeira fase da competição

*Capa: Arquivo/JAIs

Após três rodadas, o Caldeirão Futebol Clube ainda não conseguiu pontuar no Campeonato Paulista Feminino Sub-17 e ocupa a última posição no torneio. Na estreia, a equipe piracicabana saiu na frente do Centro Olímpico, mas acabou levando a virada por 4×1. A segunda derrota aconteceu diante do Santos, pelo placar de 5×0. Na última terça-feira (24), o time perdeu para a Ferroviária, por 2×0. A competição é disputada em grupo único, em que os quatro primeiros colocados avançam para as semifinais.

Se os resultados ainda não foram os esperados, a força de vontade das jogadoras é o ponto destacado pelo técnico da equipe, Leandro Silva. “A nossa avaliação é muito positiva em todos os sentidos, porque estamos participando da maior competição de base do mundo no futebol feminino. É o segundo ano em que disputamos o Paulista e é muito satisfatório para nós. Infelizmente, o time foi montado às pressas, tivemos duas semanas de preparação. A cada jogo as meninas fazem o melhor dentro de campo e mesmo com a derrota, elas saem de campo motivadas”, elogiou o treinador.

Para avançar às semifinais, o Caldeirão precisa vencer os dois jogos restantes e torcer por uma combinação de resultados. No domingo (29), a equipe vai a Osasco para enfrentar o Audax; na próxima quarta-feira (2), recebe o São Paulo. “A classificação é muito difícil, mas entramos em campo sempre para ganhar e continuamos acreditando. Vamos buscar uma vitória contra o Audax e tentar tirar pontos do São Paulo na última rodada para ver o que acontece na tabela. Sabíamos que não seria fácil. Os adversários têm qualidade e boas estruturas”, disse.

O PROJETO

O projeto realizado pelo Caldeirão, responsável pelo desenvolvimento do futebol feminino em Piracicaba, é aprovado via chamamento público, em parceria com a Selam (Secretaria de Esportes, Lazer e Atividades Motoras), e oferece aulas gratuitas para meninas com idade mínima de 7 anos. “O trabalho é sério, envolve 85 meninas da cidade. Em 2020, deveria acontecer o primeiro Campeonato Paulista Sub-15, mas por conta da pandemia não foi realizado. O nosso objetivo é dar oportunidade para as meninas realizarem o sonho de serem jogadoras e também contribuir para a formação delas como cidadãs”, afirmou Silva, que é coordenador técnico do projeto.

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