fbpx
Ginástica Rítmica

Brasil será sede do Pan-Americano de Ginástica em 2022

Piracicabanos Diogo Soares e Nicole Pírcio devem representar a seleção brasileira na competição

Nicole Pírcio, atleta piracicabana da seleção brasileira de ginástica rítmica
Débora Medrado, Camila Rossi, Vitória Guerra, Nicole Pircio e Beatriz Linhares foram ouro nos Jogos Pan-Americanos de 2019 (Foto: Arquivo/CBG)

Pelo segundo ano consecutivo, os campeonatos pan-americanos de ginástica artística, ginástica rítmica e ginástica de trampolim serão realizados no Brasil. Novamente, o local escolhido é o Parque Olímpico do Rio de Janeiro, nas Arenas Cariocas 1 e 2. Em 2022, no entanto, haverá duas novidades em comparação ao ano passado: as competições da categoria juvenil serão realizadas em paralelo e, desta vez, os eventos poderão contar com a presença do público. Os ginastas piracicabanos Diogo Soares e Nicole Pírcio devem representar a seleção brasileira de ginástica artística e ginástica rítmica, respectivamente.

“O fato de recebermos o aval para organizar essas competições pelo segundo ano consecutivo no Brasil só vem reiterar que a CBG (Confederação Brasileira de Ginástica) desfruta de grande prestígio junto à Upag (União Pan-Americana de Ginástica). Além disso, é um atestado de qualidade em relação aos eventos que realizamos no ano passado”, destacou a presidente da CBG, Luciene Resende. A programação será aberta com o Pan-Americano e Copa Pan-Americana de Clubes de Ginástica de Trampolim, de 23 a 28 de junho. Entre os dias 5 e 10 de julho, será realizado o Pan-Americano Juvenil e Adulto de Ginástica Rítmica. Já o Pan Juvenil e Adulto de Ginástica Artística acontece de 11 a 17 de julho.

DIMENSÃO

Márcia Aversani, coordenadora de ginástica rítmica da CBG, enalteceu a dimensão dos eventos. “É uma fase de excelência da ginástica brasileira, não apenas em relação a atletas e treinadores, mas também no que diz respeito à gestão. Organizar um campeonato internacional compreende uma ampla gama de esforços, de gente qualificada trabalhando na área administrativa, na logística e na parte técnica. O trabalho todo se volta para as três modalidades olímpicas da ginástica, em um mesmo ginásio e em uma janela de tempo, no adulto e no juvenil. O fato de a CBG assumir a missão demonstra a grande confiança que a entidade tem na própria capacidade”, elogiou.

“O ano de 2022 é o primeiro de um ciclo olímpico muito curto, que vai até os Jogos de Paris, em 2024. Portanto, realizar essas competições em conjunto é excelente porque otimiza datas. Vamos utilizar o mesmo grupo de árbitros, por exemplo. Isso facilita a organização anual de vários profissionais da ginástica. Outro ponto positivo, na minha opinião, é a possibilidade de os atletas juvenis competirem ao lado de seus ídolos na América, os ginastas adultos. Isso significa uma grande motivação para esses jovens talentos e uma excelente oportunidade para o desenvolvimento do esporte no continente americano”, completou Márcia.

*Informações: CBG

Voltar