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Judô

10ª Copa Heisei CCRCC reúne 60 participantes

Atividade começou com a entrega de faixas e contou com torneio amistoso

A competição reuniu crianças, adolescentes e adultos no ginásio do Cristóvão Colombo (Foto: Líder Esportes)

Com a participação de cerca de 60 alunos, foi realizada neste sábado (15), em Piracicaba, a 10ª edição da Copa Heisei Cristóvão Colombo de Judô. O evento, cuja programação teve início com a tradicional entrega de faixas, aconteceu no reformado Ginásio Poliesportivo do CCRCC e reuniu crianças e pré-adolescentes, de 4 a 14 anos, além de judocas adultos. A atividade foi conduzida pelos representantes da Academia Heisei de Judô: Beninho, Gabriel e Rene Mattos.

“A entrega de faixas é uma ação muito importante para as crianças entenderem que se trata de algo que foi conquistado por elas. No entanto, elas precisam que estudar, se aplicar e não podem errar nenhum golpe na avaliação. No exame, por exemplo, os pais não podem assistir para não haver nenhuma interferência. Aquele momento é apenas da criança, é algo que a gente preza muito”, afirmou o professor Beninho. Em relação à competição, Rene destacou o ‘controle’ do ambiente.

“É um evento interno, que mistura as turmas do clube e da academia. Nessa competição, que é amistosa, nós podemos organizar lutas casadas, selecionando as crianças não apenas pela idade e o peso, mas também pelo nível técnico que elas têm. Dividimos elas em quatro grupos para transmitir a importância do trabalho em conjunto”, disse o professor. “Faz parte do processo de formação, elas precisam aprender a enfrentar desafios, lidar com a pressão e tomar decisões. Criamos uma atmosfera competitiva, mas ela é controlada”, explicou.

“Nós batemos muito na tecla da formação. O evento foi muito legal e nós atingimos o objetivo, que é entrosar as crianças dentro do espírito do judô, além de difundir conceitos como amizade, interatividade e trabalho em equipe. O torneio que realizados, por exemplo, não prega o vínculo da medalha. Foi muito agradável, muito positivo”, avaliou Beninho. “Atividades assim podem mostrar o judô não apenas como um esporte de luta, mas a filosofia com a qual trabalhamos”, finalizou Gabriel.

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