Judô

Trio participa de Credenciamento Técnico no ABC

Encontro é destinado para todos os professores e treinadores da modalidade

Rene Mattos, atleta de judô da academia Heisei
Rene Mattos, durante treino realizado nesta terça-feira (23) na academia Heisei (Foto: Líder Esportes)

Beninho Mattos, Marcelo Denardi e Rene Mattos, todos representantes da academia Heisei, participaram no último sábado (20) do Credenciamento Técnico da FPJ (Federação Paulista de Judô), realizado em São Caetano do Sul. A atividade, que é destinada a todos os professores e treinadores da modalidade no Estado de São Paulo, permite o acesso aos locais de combate (área de luta) para orientação dos atletas em competições oficiais.

Edgar Ozon (9º dan) recebeu uma homenagem no Credenciamento Técnico 

“O encontro é interessante para nossa atualização, ficamos por dentro de como está sendo desenvolvido o trabalho da CBJ (Confederação Brasileira de Judô), além de recebermos conteúdos relacionados à arbitragem”, relatou Beninho. Após o evento, Rene foi a Araras domingo (21) e participou do Curso de Arbitragem – a pauta trouxe as mudanças na IJF (sigla em inglês para Federação Internacional de Judô) e as regras que serão aplicadas no Mundial e na Olimpíada.

O Credenciamento Técnico ainda contou com uma homenagem destinada ao mestre Edgar Ozon, de 93 anos, responsável pelo desenvolvimento do judô no Esporte Clube Pinheiros, de São Paulo. Ozon é 9º dan – a maior graduação é a décima, cuja categoria não tem nenhum representante brasileiro e possui menos de dez graduados em todo o planeta. “Ele já pode usar a faixa toda vermelha. Do sexto ao oitavo dan, as faixas são vermelhas e brancas”, explicou Beninho, que é 5º dan. O processo para graduação inclui desde conhecimento do esporte até o tempo de prática – além de critérios políticos.

AMISTOSO

O próximo compromisso na agenda da Heisei está marcado para domingo (28), em Araraquara. A equipe vai participar da Copa Real União, competição promovida pela academia de mesmo nome na unidade local do Sesc. Beninho, contudo, ressalta o caráter amistoso do evento. “O trabalho que fazemos com as crianças não tem como foco a competitividade. Os campeonatos para crianças com 12 anos ou menos podem ser uma faca de dois gumes: podem estimular ou prejudicar, no sentido de não saber trabalhar bem com uma eventual derrota. Existem algumas teses sobre isso, estamos acompanhando”, completou o treinador.

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