Boxe

Piracicaba prioriza base na retomada ao trabalho

Time disputa Grand Prix e Campeonato Paulista juvenil na cidade de Sorocaba

Caio Souza, lutador de boxe da equipe Centro Esportivo MR/Unimep/Selam
Caio Souza: mudança de peso trouxe 'alívio' para o atleta da equipe piracicabana (Foto: Líder Esportes)

O Centro Esportivo MR/Unimep/Selam/PDB/Fumdeca inicia o calendário competitivo do segundo semestre neste sábado (6). A equipe piracicabana de boxe viaja com seis atletas para a disputa do Grand Prix LisoBoxe (Liga Sorocabana de Boxe), que acontece de 6 de agosto a 3 de setembro na academia Runner. “Estamos dando ênfase ao trabalho de base, temos vários atletas estreando, são iniciantes no boxe. O foco é o trabalho de formação”, afirmou o técnico Marcos Ribeiro.

Gustavo Piacentini (categoria 64 kg),  Caio Souza (69 kg), Bruno Paiva (75 kg), Ricardo Apolinário (81 kg), Paulo Santos (91 kg) e Gustavo Zandoval (+91 kg) serão os representantes da equipe no Grande Prix. Paralelamente, a equipe disputa o Campeonato Paulista juvenil, organizado pela Febesp (Federação de Boxe do Estado de São Paulo), competição na qual será representada por Ramon Batagello (91 kg). Atual campeã paulista e medalha de bronze no Brasileiro, Aline Claudino iniciou o planejamento para os Jogos Abertos do Interior.

ADAPTAÇÃO

Após disputar o Campeonato Paulista na categoria 64 kg, Caio Souza diz estar pronto para lutar em alto nível no GP LisoBoxe. Em 2016, o atleta mudou de academia, estilo de treino e inclusive de peso – ele vai disputar a categoria 69 kg em Sorocaba. Apesar da fase de adaptação, Souza diz que o foco agora é ‘sair satisfeito’. “Quero colocar em prática tudo que aprendi. Estou feliz, treinando bem e me dedicando mais”, afirmou. Boa parte do momento positivo do pugilista se deve à mudança de peso.

“Tem muita diferença. No boxe, a altura é o que mais preocupa, mas eu me desgasto muito na perda de peso. Antes de começar a treinar, pesava 81 kg. Nunca fiz uma luta com 100% das minhas condições na categoria 64 kg, estava sempre fraco, cansado. Era sufocante. O Marcos (Ribeiro, técnico) me disse para lutar com 69 kg e foi a melhor coisa que aconteceu para mim. É ‘lindo’ chegar em casa e não precisar ficar sem comer a comida da minha mãe (risos). Isso porque toda vez que eu ia lutar, última semana antes, ela fazia bolo (risos)”, brincou o lutador.

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