Karatê

Piracicaba disputa Arnold Classic 2017 em SP

Seis atletas representam a cidade; equipe treina com líderes do ranking

Valeria Kumizaki e Vinicius Figueira, atletas da seleção brasileira de karatê
Valeria Kumizaki e Vinicius Figueira são atletas da seleção brasileira (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

Seis atletas que representam Piracicaba iniciam neste sábado (22), em São Paulo, a disputa pelo título do Arnold Classic 2017, competição que dá pontos no ranking nacional. As lutas eliminatórias acontecem no Ginásio do Ibirapuera, enquanto as finais de cada categoria serão realizadas domingo (23), no Transamérica Expo Center. Deivid Cavalcante (-67 kg), Francielle Lima (-50 kg), Helio Oliveira (+84 kg), Hernani Veríssimo (-75 kg), Maria Eliza (-55 kg) e Natalia Brozulatto (-68 kg) estão confirmados no evento, assim como Diego Spigolon, técnico de Piracicaba e da seleção brasileira de karatê.

Nesta quinta-feira (21), o elenco piracicabano recebeu dois nomes importantes do esporte para realizar um treinamento na academia Sport Way: Valéria Kumizaki, líder do ranking mundial na categoria -55 kg, e Vinícius Figueira, segundo colocado na classe -67 kg. A dupla desembarcou na Noiva da Colina logo após disputar a quarta etapa da Liga Mundial, em Marrocos, e também participa do Arnold Classic.

ESTRUTURA

“Além do Diego, que é técnico da seleção, Piracicaba tem o Hernani, que é um dos principais atletas do país, e a Natalia, que é outra potência. Para nós, é uma estrutura muito boa no aspecto físico e, além disso, um material humano excelente”, disse Figueira, que encara o Arnold Classic como preparação – a prioridade é o Pan-Americano, dentro de um mês. O discurso do atleta é semelhante ao de Valéria, que constantemente treina com a equipe Sport Way/Selam/AFPMP/JF Comercial/Onodera/Apreciate/Punok/Vertra/Sorvetes Noblita.

“Eu conheço o trabalho que eles desenvolvem há muitos anos e sei da qualidade do treino”, relatou a atleta, que já sente na pele as diferenças pelo fato de o karatê ter se tornado esporte olímpico. “Na minha vida mudou bastante coisa, sim, vamos ter apoio do Exército Brasileiro e isso está acontecendo pelo fato de o karatê ser olímpico. É reflexo da modalidade entrar nos Jogos”, disse. Líder do ranking mundial, Valéria afirmou ainda que tem lutado com mais ‘cautela’. “Hoje eu sinto uma certa precaução na minha forma de lutar, sinto que faço um jogo mais seguro. Ninguém quer perder e estou treinando para não permitir que isso aconteça (risos)”, completou.

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