Taekwondo

‘Ex-sedentária’, Letícia colhe frutos da dedicação

Analista transforma vida com treino funcional e taekwondo: 'Sou outra pessoa'

Letícia Furlan, analista de contas, associada Dojan Nippon
Letícia Furlan emagreceu 17 kg com o treinamento funcional: vida nova (Foto: Leonardo Moniz/Líder Esportes)

Há cerca de três anos, Letícia Furlan levava uma vida sedentária. A rotina consistia em acordar tarde, almoçar e tirar uma soneca, não sem antes comer algum doce. A conclusão da faculdade e a perda do emprego, em 2014, aumentavam ainda mais o tempo livre. Estava entregue ao tédio. “Na verdade, sempre fui sedentária, nunca gostei de frequentar academia, pois não me adaptava, não gostava mesmo. Não tinha vontade de treinar, de fazer nenhum esporte”, contou. Hoje, quem a vê bem fisicamente e com disposição de sobra, dificilmente acredita.

Analista de crédito, Letícia está com 27 anos, os últimos dois anos e meio dedicados à saúde. A mudança de hábito começou logo após perder o trabalho. Foi nessa época que ela conheceu as aulas de treinamento funcional no Centro de Alto Rendimento Dojan Nippon, em Piracicaba. “Eu tomei gosto pelo funcional, pois a cada dia é um treino diferente, vinha de casa sem saber o que ia treinar. Depois, cheguei a fazer taekwondo. É mais dinâmico e o gasto calórico é muito alto. Hoje, eu faço apenas musculação, treino de cinco a seis vezes na semana. Adoro treinar de sábado!”, relatou.

Letícia Furlan, analista de contas, associada Dojan Nippon

Antes sedentária, Letícia leva agora uma vida saudável e se diz mais feliz com o corpo (Foto: Líder Esportes)

Nos três primeiros meses, porém, os resultados não foram satisfatórios para ela. “Não perdia peso e ficava brava com isso. A alimentação aliada ao treino tem um peso enorme para emagrecer”, disse. Na época, Letícia comia de tudo: doces, frituras, salgados… A partir da consulta com a nutricionista e o início de uma dieta regrada, Letícia passou a enxergar no espelho a transformação. De lá para cá, foram 17 kg a menos, algo em torno de 2 kg a 3 kg de gordura eliminados de forma gradativa.

A analista de créditos, porém, exalta sintomas de melhora que vão além da balança. “A qualidade de vida melhorou muito. Eu vivia com sono, preguiça, acordava às 10h e depois do almoço dormia mais um pouquinho (risos). Não tinha vontade de sair à noite. Além disso, tinha dores fortes na lombar. Depois que comecei a treinar, a disposição foi outra. Eu falava que o dia ficava mais feliz quando eu vinha treinar. Tenho mais vontade de fazer as coisas”, admitiu. Com o objetivo atingido, agora ela traça uma meta bem mais prazerosa: manter a forma. “Comecei a gostar mais de mim e isso foi uma grande motivação”, completou.

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