Kickboxing

Com 40 atletas, Piracicaba disputa Copa SP

Pesagem regionalizada para torneio de amanhã aconteceu sexta-feira

Campeonato Paulista de kickboxing de tatame (pesagem)
Cerca de 150 lutadores participaram da pesagem no Ginásio de Lutas e Artes Marciais (Foto: Líder Esportes)

Cerca de 150 atletas se pesaram ontem (26) no Ginásio de Lutas e Artes Marciais do Jaraguá para a Copa São Paulo – kickboxing de tatames. A etapa regionalizada da atividade, que foi coordenada por árbitros da CBKB (Confederação Brasileira de Kickboxing) e teve apoio da Selam (Secretaria Municipal de Esportes, Lazer e Atividades Motoras), foi realizada ao longo de toda a sexta-feira. O torneio acontece amanhã (28), no ginásio Panela de Pressão, em Bauru.

Piracicaba participa do evento com 40 lutadores – a cidade também será representada pelo técnico Wilson Teodoro e o árbitro Isaías Silva. Um dos atletas locais é Gustavo Piacentini, que pela primeira vez em sua carreira no kickboxing participará de um campeonato no tatame. O lutador da categoria -63 kg trata o certame como uma oportunidade de se preparar para os eventos profissionais que disputará em 2016. A vitória, para ele, não é prioridade.

GUSTAVO PIACENTINI 01

Piacentini usa a competição como preparatória (Foto: Líder Esportes)

“Surgiram poucas propostas de disputa no ringue e nenhuma que me chamou muita atenção. Para mim, será muito mais tranquilo em termos de nervosismo, porque não é algo que eu preciso vencer, não é algo no qual sou competitivo”, afirmou Piacentini ao LÍDER. “E é bom para eu pegar ritmo. Não quero chegar a uma competição importante só treinando, sem ter lutado nada”.

De acordo com Piacentini, os campeonatos de tatame não permitem golpes com intensidade, ao contrário de competições de ringue. O piracicabano ressaltou que essa diferença pode ser benéfica para ele. “É uma modalidade na qual se precisa controlar muito sua força. Vai ser um belo desafio. Se eu for bem, será um ganho no sentido de controlar o movimento”, informou o lutador, que também destacou o baixo risco de contusão. “Por essa falta de contatos extremos, é difícil ocorrer lesão”, finalizou.

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