Futebol

Alvo de críticas, Magal deve perder titularidade

Jogador se envolveu em princípio de confusão após empate com Botafogo

XV de Piracicaba 0x0 Água Santa (Magal)
Magal com a braçadeira de capitão: faixa pode mudar de dono domingo (Foto: Divulgação)

Magal deve perder a condição de titular no XV de Piracicaba. Alvo de críticas, o jogador foi bastante vaiado ao ser substituído no empate por 1×1 contra o Botafogo, na última quarta-feira (30). Depois da partida, o volante se envolveu em um princípio de confusão com torcedores que protestavam na rua Silva Jardim, em frente ao vestiário principal do estádio Barão da Serra Negra. Magal deixou o local aparentemente ‘sorrindo’, reação que despertou a ira de parte da torcida – protegido pela Polícia Militar, o capitão do XV foi escoltado por seguranças do clube até o carro.

Na entrevista coletiva após a partida de quarta-feira, Narciso foi questionado sobre a insistência com Magal e deu a pista que Adriano Ferreira será o provável companheiro de Clayton no meio-campo contra o Linense, domingo (3), às 11h, novamente em Piracicaba. “O Magal não é intocável. O que a gente vê é que o Adriano não estava 100%depois da lesão. Quando o Magal foi contratado, não assinou contrato de titular ou reserva. Para mim, o verdadeiro capitão do time é o Fabinho […] O Magal é quem coloca a faixa”, disse o treinador.

INCOMPETÊNCIA

Perguntado sobre a parcela de culpa que tem na situação do Nhô Quim, Narciso defendeu o próprio trabalho. “Minha culpa é da bola não ter entrado. O XV jogou mal, vocês (jornalistas) viram isso? Quantas oportunidades o time cria? O problema da defesa é bola aérea? Cara, nós treinamos isso todo dia… Infelizmente, ocorre a desatenção e estamos pagando muito caro por isso”, rebateu o técnico, que explicou a razão pela qual não colocou Gerson Magrão no jogo contra o Botafogo. “Ele disse para mim que estava com receio por causa da lesão”.

O treinador também lamentou as chances perdidas e atribuiu o empate à falta de competência. “Infelizmente, faltou (competência na hora de finalizar). O melhor atleta nosso no Paulistão, o Fabinho, teve praticamente dois ‘pênaltis’. Criamos cinco ou seis oportunidades claras e não fizemos. O Botafogo teve uma chance clara em 95 minutos… Pagamos de novo pelos erros. Infelizmente, não tivemos capacidade de fazer o gol”, completou o treinador.

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