Futebol

Adriano Ferreira destaca amadurecimento do XV

Atleta do clube em 2013 e 2014, volante vê diferenças na mentalidade alvinegra

Adriano Ferreira, volante do XV de Piracicaba
Apesar de ser um volante, Adriano Ferreira se destaca por suas idas ao ataque (Foto: Divulgação)

“Pés no chão”. É desta maneira que o XV de Piracicaba entra na disputa do Campeonato Paulista de 2016, segundo o volante Adriano Ferreira. O atleta destacou nesta terça-feira (19), em entrevista coletiva no estádio Barão da Serra Negra, que o clube tem ciência das dificuldades da competição, principalmente pelo fato de o número de rebaixados ter subido de quatro para seis.

O meio-campista já atuou pela equipe em duas edições do Estadual, em 2013 e 2014, e ressaltou que Nhô Quim mudou de mentalidade para este ano. Uma das transformações citadas pelo jogador é a política de contratações. “Neste ano, ainda está chegando jogador. As contratações foram escolhidas a dedo. Nos outros anos, tudo já estava definido na primeira semana de preparação. Os salários também são parecidos, além de o grupo ser focado, obediente dentro e fora de campo”, disse.

Apesar de ser um volante, Adriano Ferreira se destaca por suas idas ao ataque. O atleta, inclusive, foi o artilheiro do Alvinegro na temporada de 2013, com seis gols, sendo dois pelo Paulistão e quatro pela Copa Paulista. Sob o comando de Claudinho Batista, ele segue com liberdade para chegar à frente. “Taticamente, o Claudinho pede para ficar bem compacto, com o esquema 4-1-4-1. Ele dá liberdade para eu atacar, mas também quer que eu defenda e marque posição na minha zona”, afirmou.

O meio-campista também salientou o equilíbrio do elenco, o qual classificou como um dos melhores do torneio. “Acho um dos elencos mais fortes. É muito diferente em comparação aos outros anos em que estive aqui. Esse grupo está mais fechado, unido, entendendo a filosofia que o Claudinho quer implementar. Todos estão no mesmo nível”, relatou.

TREINO

Ainda nesta terça-feira (19), no período da tarde, o XV fez um treino de ataque contra defesa no CT (Centro de Treinamento) XV Raízen. Em cada lado do gramado, havia uma linha com quatro defensores e um goleiro, que tentavam impedir os avanços de seis jogadores. A jogada acabava quando o sexteto ofensivo fazia o gol ou a bola passava do meio do campo. Na atividade, os atletas se revezavam com frequência e, portanto, não ocupavam necessariamente suas posições de origem.

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